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Treinamento de como fortalecer o core para ciclistas

Sábado, 21 de dezembro de 2019

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O sistema de estabilização central é constituído pelos elementos ósseos e ligamentares (passivo), os elementos musculares e tendíneos (ativos) e o controle neural. Estes sistemas estão interligados, a redução da função de um pode acarretar no aumento da exigência de outro sistema, para manter a estabilidade e levando a lesões.

A estabilização lombo-pélvica depende a habilidade do corpo em controlar o movimentos das estruturas ativas e passivas, devolvendo o equilíbrio a essa estrutura e permitindo que ocorra simultaneamente movimento em outro segmento do corpo. Sendo que essa região, é considerada por muitos como um zona de transição de forças entre os membros superiores e inferiores. Sendo assim, essa estrutura é de extrema importância na otimização do desempenho esportivo, o que torna imprescindível o fortalecimento do Core para alcançar essa otimização.

O Core pode ser comparado a uma caixa, formada pelos músculos abdominais, os paravertebrais, glúteos, assoalho pélvico, músculos da articulação coxo-femoral e diafragma.

O treinamento de controle da musculatura do Core, pode maximizar a potência produzida e prevenir o desenvolvimento de lesões, além de melhorar a técnica e habilidades com a bicicleta. O ciclista que tem mais controle sobre os movimentos de seu tronco, consequentemente vai ter mais energia que será repassada para o pedal através dos membros inferiores.

Quando o ciclista tenta ultrapassar o limite da estabilidade gerando mais força em torno de uma articulação, o sistema nervoso central identifica essa solicitação como uma ameaça de lesão e inibe automaticamente a potência muscular para evitar a lesão. Nesse caso, o desempenho do ciclista fica prejudicado pela falta de controle da musculatura do Core.

A pelve estável sobre a bicicleta se dá através do equilíbrio das cadeias musculares anterior e posterior. Ciclistas que pedalam a uma cadencia de 90 rotações em média, por minuto, realizam de 16.000 a 21.000 rotações em treinos de 3 a 4 horas. A posição fica da pelve e membros inferiores, exige um bom equilíbrio, força e flexibilidade das estruturas musculoequeléticas para evitar o estresse excessivo nessas estruturas.

Estudos comprovam que a antes de haver atividade motora em membros inferiores a musculatura de tronco é acionada pelo sistema nervoso central, criando uma base estável por meio de co-contração entre os músculos anteriores e posteriores de tronco. Quando a musculatura do Core entra em fadiga altera a biomecânica dos membros inferiores durante a pedalada, em uma atividade de longa duração e alta velocidade aumenta o risco de lesão por overuse, decorrendo da incapacidade de gerar força ou resistir às forças externas.

A estabilidade central é essencial para ciclistas que querem otimizar seu desempenho, pois a eficiência funcional e biomecânica na maximização de força depende de um Core forte.

Uma das bases do método Pilates é justamente o fortalecimento do Core e estabilização lombo-pélvica. Além de equilibrar as cadeias musculares de tronco e membros, a técnica ainda melhora o alongamento e o equilíbrio dos atletas.



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